O Bitcoin voltou a perder terreno, recuando aproximadamente 40% desde seu pico em outubro de 2025.
O movimento reacendeu temores sobre a repetição do ciclo de quatro anos, apesar de analistas afirmarem que o cenário atual apresenta diferenças estruturais importantes.
Na última semana, o BTC caiu 11% em meio ao aumento da aversão ao risco global. Vetle Lunde, chefe de pesquisa do K33, destacou que o movimento apresenta “semelhanças preocupantes” com as fortes quedas de 2018 e 2022.
Entretanto, ele reforça que fatores estruturais mudaram: há maior adoção institucional, produtos regulados em crescimento e taxas de juros em queda.
Além disso, a venda de investidores de longo prazo pode criar pressão adicional, reforçando padrões de ciclos anteriores.
O K33 identificou a faixa de US$ 74.000 como suporte crítico. Uma queda abaixo poderia acelerar o movimento para o pico de novembro de 2021, próximo a US$ 69.000, ou até a média móvel de 200 semanas, em US$ 58.000.
Por outro lado, sinais de fundo começam a aparecer: volume de US$ 8 bilhões no dia 2 de fevereiro e liquidações de US$ 1,8 bilhão em posições longas indicam pressão extrema, mas ainda inconclusiva.
Lunde acredita que o cenário atual oferece oportunidades de entrada para investidores de longo prazo.
Analistas alertam, porém, que volatilidade e sinais falsos podem persistir antes de qualquer reversão definitiva.
Em resumo, o mercado de Bitcoin enfrenta turbulência, mas fundamentos institucionais e regulatórios sugerem que uma queda catastrófica é improvável.
Investidores devem acompanhar suportes críticos e indicadores de volume para decidir posições estratégicas.
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