O dólar comercial caiu 0,18% e fechou cotado a R$ 5,187 às 17h desta 4ª feira (11.fev.2026) por conta do fluxo favorável para moedas emergentes e ajustes técnicos no mercado internacional. A queda da divisa se deu no mercado à vista e refletiu maior disposição ao risco por parte de investidores.
Às 17h15, na B3 (Brasil, Bolsa, Balcão), em São Paulo, o Ibovespa, principal índice, subia 1,97%, aos 189.584 pontos, depois de ter superado os 190 mil pontos às 16h20, renovando o recorde pela 11ª vez no ano.
O desempenho foi sustentado por ações de grande peso no índice e por entrada de capital estrangeiro. O movimento é relevante porque o câmbio influencia inflação, custo de importações e resultado de empresas, enquanto o principal indicador da Bolsa serve de termômetro da confiança na economia brasileira.
O real acompanhou o enfraquecimento global do dólar, após indicadores externos reforçarem expectativa de trajetória mais previsível para os juros nos Estados Unidos. No Brasil, investidores também monitoram declarações de autoridades econômicas e o noticiário corporativo.
No mercado acionário, o avanço foi disseminado entre setores, com destaque para empresas ligadas a commodities e bancos. Com juros ainda elevados no Brasil e perspectiva de fluxo externo consistente, a renda variável local mantém a atratividade em 2026.

