O novo bombardeiro furtivo dos Estados Unidos custa mais de 700 milhões de dólares por unidade e consegue operar sem ninguém na cabine de comando. Essa verdadeira máquina de guerra invisível aos radares modernos redefine totalmente o poder aéreo global com altíssima tecnologia de sexta geração.
O segredo da invisibilidade absoluta do B-21 Raider está no formato de asa voadora e nos materiais que absorvem ondas de rádio. Quando o sinal de rastreio bate na fuselagem lisa do avião, ele não volta para a base inimiga, enganando o sistema de defesa pesado com muita facilidade.
Essa engenharia de sexta geração faz o gigante de metal parecer apenas um pequeno pássaro perdido nas telas de monitoramento antiaéreo. Com essa enorme vantagem tática, a Força Aérea dos Estados Unidos consegue atacar alvos super protegidos sem disparar nenhum alarme prévio na região.
Mãos operando um painel digital iluminado com mapas táticos em uma base de comando
A grande revolução desse projeto caríssimo é a capacidade de realizar missões complexas operando de forma 100% autônoma. Computadores super potentes e algoritmos de inteligência artificial guiam a aeronave desde a decolagem até o momento exato de soltar as bombas no alvo final.
Não precisar de um ser humano na cabine de comando poupa vidas militares preciosas em regiões de conflito tenso. O comando das tropas controla a rota de forma totalmente remota, tomando as decisões de ataque lá de longe com uma segurança máxima e calculada.
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Os caças e bombardeiros das gerações passadas dependiam da velocidade pura e bruta para fugir dos mísseis balísticos lançados. O novo modelo foca totalmente na capacidade de processar dados na nuvem e sumir do mapa militar antes mesmo de qualquer ameaça física aparecer no céu.
A tabela a seguir compara o projeto atual com a tecnologia dos aviões da geração anterior da frota militar.
| Característica de Combate | Aeronave Antiga | B-21 Raider |
|---|---|---|
| Tecnologia de Voo | Pilotagem manual | Totalmente autônomo |
| Fuga de Radares | Baixa a moderada | Invisibilidade quase total |
| Custo por Unidade | Relativamente baixo | Acima de US$ 700 milhões |
Gastar essa fortuna surreal em uma única máquina assusta qualquer pessoa que paga impostos para o governo todos os meses. O valor altíssimo de 700 milhões de dólares cobre o desenvolvimento da chamada arquitetura aberta, que permite atualizar o software do avião igualzinho fazemos com um celular moderno.
Observe as peças caríssimas que inflacionam o orçamento gigantesco desse programa de defesa aérea e bélica no mundo:
Bombardeiro furtivo voando majestosamente acima das nuvens brancas sob o sol intenso
No vídeo a seguir, do perfil Nerd Militar, com mais de 200 mil seguidores, é falado um pouco sobre esse modelo:
A corrida bélica mundial obriga as grandes potências a despejar rios de dinheiro no setor de armamentos destrutivos de longo alcance. Garantir um bombardeiro estratégico desse nível intimida nações rivais e assegura o controle militar absoluto em caso de guerra declarada entre países.
O domínio aéreo é a primeira etapa obrigatória para vencer qualquer conflito moderno sem arrastar os embates por muitos anos seguidos. Por mais que a conta do projeto machuque o orçamento público do país, a tecnologia furtiva entrega uma defesa bruta que nenhuma outra arma atual consegue garantir.
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