A PANews reportou no dia 2 de março, citando o New York Times, que numa entrevista, Trump declarou que as forças armadas dos EUA pretendem continuar o seu ataque ao Irão durante "quatro a cinco semanas", se necessário, e insistiu que Israel e os EUA "não teriam dificuldade" em manter a intensidade do conflito. Ele também alertou que poderá haver mais baixas americanas. Quando questionado sobre os seus planos para a transição de poder, Trump afirmou que espera que as forças de elite do Irão (incluindo oficiais superiores do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica que exercem influência significativa e lucram com o regime atual) entreguem as suas armas ao povo iraniano. Na chamada de aproximadamente seis minutos, Trump também declarou que tem três candidatos "muito bons" para liderar o Irão, mas recusou-se a nomeá-los. Ele mencionou repetidamente a sua experiência na Venezuela, possivelmente sugerindo que acredita que os métodos que funcionaram lá também são aplicáveis ao Irão. Ele também afirmou que está disposto a levantar as sanções ao Irão se a nova liderança iraniana demonstrar uma atitude pragmática e cooperativa. No entanto, também se recusou a dizer como (ou se) a sua administração defenderá o povo iraniano, que ele acredita que deve derrubar o atual governo.


