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Novo roubo de criptomoedas expõe falha após vazamento de autoridades fiscais da Coreia do Sul

2026/03/06 01:00
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  • Vazamento fiscal expõe grave falha e facilita novo roubo cripto
  • Polícia intensifica buscas após segundo furto em carteira comprometida
  • Escândalos paralelos reforçam vulnerabilidade do setor cripto sul-coreano

Um novo episódio de roubo digital reacendeu o debate sobre falhas graves de segurança na Coreia do Sul. O caso envolve um montante avaliado em quase US$ 5 milhões, ligado a um erro surpreendente das próprias autoridades fiscais do país.

Tudo começou quando o serviço nacional de impostos divulgou, por engano, uma foto contendo a frase mnemônica de 24 palavras de uma carteira digital. A frase dava acesso direto aos fundos em pre-retogeum (PRTG), que somavam US$ 4,8 milhões. Assim, a carteira foi esvaziada rapidamente após a publicação oficial.

Segundo a polícia, o primeiro ladrão confessou o furto em 28 de março e acabou preso dois dias depois. Ele disse que agiu “por curiosidade”, mas garantiu que devolveu todo o valor pouco depois.

Polícia rastreia um segundo ladrão após devolução inesperada

No entanto, essa devolução não trouxe o alívio esperado. Logo depois, as autoridades confirmaram que um segundo ladrão acessou a mesma carteira e levou novamente todos os fundos. Assim, o caso ganhou contornos ainda mais alarmantes.

A polícia afirmou que continua investigando o primeiro suspeito, mas agora também busca identificar quem levou a quantia na segunda ocasião. Até o momento, as autoridades não sabem se o novo autor do roubo tem ligação com o proprietário original da criptomoeda, que já estava sob investigação por possível sonegação fiscal.

Além disso, especialistas afirmam que os tokens PRTG são praticamente impossíveis de negociar, devido ao baixo interesse do mercado. Isso torna toda a situação ainda mais peculiar, já que os fundos têm pouco valor prático fora da própria carteira.

Casos paralelos reforçam cenário de escândalos no país

Enquanto isso, outros episódios envolvendo fraudes e abusos no setor cripto surgiram na Coreia do Sul. Em um caso curioso, um homem declarado legalmente morto reapareceu após retornar do Camboja para reembolsar vítimas de um golpe que ele próprio havia organizado em 2019. A decisão judicial que reconheceu sua morte foi anulada, e cerca de US$ 60 mil congelados foram devolvidos às vítimas.

Além disso, a Justiça condenou um policial especializado em investigações de criptomoedas a seis anos de prisão por aceitar US$ 82 mil em subornos para acobertar uma fraude ligada a remessas digitais.

Em outro episódio, um homem foi encaminhado à promotoria por supostamente extorquir US$ 25 mil em criptomoedas de mulheres que pediam a remoção de fotos pessoais de uma conta chamada “Joo-club”. Assim, a sucessão de escândalos revela um ambiente de grande vulnerabilidade e reforça a urgência por controles mais rígidos no setor.

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