O Bitcoin (BTC) iniciou a semana operando de lado, testando novamente a região de suporte em US$ 65 mil — vista em ciclos anteriores, incluindo a máxima histórica de 2021. Durante a madrugada (horário de Brasília) desta segunda-feira (23), o ativo chegou a ameaçar perder esse patamar, mas voltou a se recuperar.
Apesar de ter resistido, Alan dos Santos, analista da PhiCube, afirma que a criptomoeda mantém tendência de queda no curto prazo, com possibilidade de queda até US$ 60 mil caso o suporte não seja mantido.
Em um cenário oposto, onde há uma reação compradora, o bitcoin pode subir e buscar novamente a região de US$ 72 mil.
Além da análise gráfica, o especialista também alerta para fatores macroeconômicos e geopolíticos que podem alterar o preço dos criptoativos. Entre eles:
No novo episódio do Radar Cripto, Santos analisa o gráfico do Bitcoin e explica os prováveis cenários para a semana. Ele também olha altcoins (criptomoedas alternativas) que merecem atenção. Confira:
O Ethereum (ETH) permanece negociado entre US$ 1.900 e US$ 2.130. No gráfico diário, o ativo não consegue formar topos mais altos. O ponto mais sensível está no fundo formado no início de fevereiro, próximo de US$ 1.700.
Caso essa região seja perdida com aumento de volume, o movimento pode se estender até a faixa de US$ 1.400. Por outro lado, apenas uma superação consistente dos US$ 2.130 poderia abrir espaço para uma recuperação mais ampla.
A Solana (SOL) perdeu recentemente a região dos US$ 100, que funcionava como suporte. Após o rompimento, o ativo passou a consolidar entre US$ 77 e US$ 88.
Mesmo em eventuais repiques, o patamar dos US$ 100 tende a funcionar agora como resistência. Sem força compradora suficiente para superar esse nível, o ativo pode seguir pressionado.
A XRP também apresenta comportamento lateral. Após testar a região de US$ 1,60, o ativo encontrou resistência e recuou, voltando a operar próximo de US$ 1,36. Se houver perda consistente desse nível, a pressão vendedora pode aumentar.
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